YÁZIGI E ELEPHANT PARADE: OS ARTISTAS QUE DERAM COR E VIDA AOS ELEFANTES

YZG | Yázigi

07

AGO

Três artistas, cinco ideias, mais de 60 mil alunos e muita tinta. Esse é um resumo da produção dos elefantes da campanha do Yázigi para a Elephant Parade. Baseados na história da bebê elefante Mosha, os alunos criaram desenhos e redações que transmitiam mensagens para inspirar três artistas brasileiros na personalização de esculturas de filhotes de elefantes em tamanho real.

Os escolhidos para essa missão foram: Nénão, com a técnica do graffiti, Isabella Marchese, com o canetão mais focado no preto e branco, e Lobo, que mostra o colorido da pop art no pincel. Conheça um pouco da história desses artistas que participaram junto ao Yázigi e usaram a sua arte para contribuir com a preservação animal.

Os artistas

Isabella cresceu tendo um forte contato com a arte como forma de expressão. “Eu desenho desde que me entendo por gente”, afirma a artista. Aos 15 anos, ela começou a se empenhar para fazer disso sua profissão, incluindo a dedicação para aprender um novo idioma no Yázigi, onde estudou por sete anos.

Inspirada em um estilo marcante chamado Zentangle, que usa formas e linhas em um padrão que se repete no desenho, ela busca desenvolver trabalhos que valorizam o preto e branco, sem influências que poderiam ser causadas pelas cores.

O amor pela arte também começou desde cedo para Nénão. Logo aos 12 anos, o jovem de Campinas conheceu o graffiti: “quando coloquei os olhos naqueles trabalhos coloridos e minha mão em uma lata de spray, foi amor à primeira vista”.

Como artista, inspirou-se na obra de Carlos Magno e na separação de classes pela cor de vestimenta retratada pelo autor em seus livros, nos quais os mais humildes usavam o cinza. Essa segregação chamou a atenção do artista, que decidiu fazer arte para as pessoas comuns nas ruas, trabalhando temas ligados aos sonhos, igualdade e esperança.

Também envolvido com esse universo colorido da arte, está Lobo. Inspirado pelo norte-americano Keith Haring e por clipes de músicas dos anos 80, ele se encontrou no pop art. Os trabalhos com cores fortes e chapadas são a sua assinatura.

Para Lobo, a pintura costuma contar histórias. Ele busca narrar um pouco da vida das pessoas em suas produções. “Nunca sei o que irei pintar, e é essa a parte mais interessante do meu trabalho”, comenta.

Trabalhos sociais

A participação em trabalhos sociais sempre fez parte da vida desses artistas, cada um em seu meio e, agora, todos pela arte. Para Isabella, poder aliar seu trabalho artístico a uma causa social é uma experiência nova e maravilhosa.

“A arte tem um poder enorme de tocar o coração das pessoas, além de criar uma ponte entre suas realidades e aquela que a causa defende. É uma ferramenta importantíssima para que possamos nos colocar no lugar do outro”, declara a artista.  

Já Lobo é veterano nesse tipo de projeto. Ele foi responsável pela produção de estátuas da Mônica Parade, em 2013, e da CowParade, este ano. Ambos os eventos têm o objetivo de espalhar arte pelas cidades e arrecadar fundos para projetos sociais, assim como a Elephant Parade.

Na produção de suas pinturas, ele conhece diversas histórias que acabam por mudar sua própria vida. “Acredito que a arte pode ativar uma paixão que cada um carrega dentro de si”, conta o pintor.

Para Nénão, o envolvimento em projetos voluntários por meio do graffiti já existia havia alguns anos. Entre eles, em 2014, ele teve a oportunidade de participar de uma campanha contra a obesidade infantil nos Estados Unidos, promovida pela então primeira-dama, Michelle Obama.  

O painel produzido na ocasião foi vendido por US$12 mil e teve sua renda destinada aos projetos de combate à obesidade infantil. “O dever do artista é salvar o sonho. A arte favorece o desenvolvimento da criatividade e da intuição, nos levando a criar mais, sentir mais”, afirma.

Yázigi e a Elephant Parade

Para o Yázigi, todas as nossas atitudes locais têm impacto global. E foi a partir dessa ideia que veio a motivação para adotar os elefantes da Elephant Parade e a mobilização dos alunos e dos artistas em torno dessa campanha.

Além de divulgar a arte, o objetivo da campanha é levar a consciência social para os estudantes, professores e, consequentemente, para seus familiares. “Foi fundamental o Yázigi fazer este trabalho com os alunos para enriquecer o projeto”, comenta Lobo, sobre a oportunidade criada com a parceria.

Para Isabella, a iniciativa de colocar os alunos criando inspirações para os artistas foi maravilhosa, e “fez com que milhares de alunos pelo Brasil se engajassem com a causa, que por sua vez, acabaram por colocar suas famílias nesse processo, e assim por diante”, declara.

“Estudei no Yázigi por muitos anos, então a expressão ‘Cidadão do Mundo’, para mim, sempre esteve muito presente”. Para ela, isso significa “estar preparado para visitar qualquer lugar do mundo, não só pela língua, mas pelo respeito”.

Nénão ressalta a possibilidade de um intercâmbio de ideias e realidades que o Yázigi proporciona para os alunos, que se sentem valorizados e integrados. Isso tudo é essencial para o desenvolvimento de um Cidadão do Mundo, alguém que deseja “ter o mundo como a sua pátria, não se restringir às fronteiras geográficas, encontrar lugar em qualquer cultura ou modo de vida”, como descreve o artista.

Saiba mais sobre o projeto que une o Yázigi e a Elephant Parade em uma mesma causa. Em breve, você também poderá conferir o resultado dos trabalhos desses três artistas pelo nosso site e redes sociais.

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